Destes problemas os que para mim são mais importantes e urgentes de solucionar são os que afetam pessoas. As instituições estão em segundo plano (ou talvez sétimo ou vigésimo quinto, sei lá). Nos últimos três anos, tenho me dedicado quase integralmente a este tema, e em especial os últimos três meses. Durante este tempo, tudo o que não ajudava ou contribuía a solucionar este tema era deixado de lado, não como um sacrifício, mas como algo que não é útil. Sem remorsos. Inclusive feliz e tranqüilo por saber que estava (e estou) fazendo o que quero fazer, o que essa “vozezinha” interior me dita. Acredito que foi coerente nos meus atos e palavras com estes sentimentos.
Ainda assim, tem pessoas que acham que vou fugir (abandonando tudo), ou que não vou cumprir o que prometi, ou que, no fundo, sou um sacana fazendo uma de bonzinho. Pelo menos é isso que deixa transparecer nos comentários que escuto ou recebo por e-mail. Sempre desconfiando.
Isto me faz pensar: Porque sempre pensamos o pior? Porque sempre desconfiamos? É a primeira reação.
Será que talvez acreditem que os outros vão fazer a eles o que eles fariam nessas circunstâncias? É triste.
Por isto, em lugar de responder esses comentários, prefiro continuar a SER quem quero ser, e atuando de acordo com esta imagem. Tal vez, algum dia, essas pessoas “pensem”, lembrem e percebam que NUNCA tive (tenho ou terei) a intenção de “sacanear” ninguém.
Algum dia a ficha vai cair.
¿Siempre lo peor?
Actualmente, mi vida está cambiando, en todos los sentidos. Aún estoy solucionando o encaminando problemas del pasado, especialmente financieros.
De estos problemas, los que son más importantes y urgentes para solucionar son los que afectan personas. Las instituciones están en segundo plano (o tal vez séptimo o vigésimo quinto, que se yo…). Durante este tiempo, todo lo que no ayudaba o contribuía para solucionar este tema era dejado de lado, no como un sacrificio, sino como algo que no es útil. Sin remordimientos. Inclusive feliz y tranquilo por saber que estaba (y estoy) haciendo lo que quiero hacer, lo que esa “vocecita” interior me dicta. Creo que fui coherente en mis actos y palabras, con estos sentimientos.
Aún así, hay personas que creen que voy a huir (abandonando todo), o que no voy a cumplir lo que prometí, o que, en el fondo, soy un atorrante haciendo una de bueno. Por lo menos es esto que dejan trasparecer (las líneas ocultas) los comentarios que escucho o recibo por e-mail. Siempre desconfiando.
Esto me hace pensar: ¿Por qué siempre pensamos lo peor? ¿Por qué siempre desconfiamos? Es siempre la primera reacción.
¿Será que talvez crean que los otros van a hacerles lo que ellos harían en esas circunstancias? Es triste.
Por esto, en lugar de responder esos comentarios, prefiero continuar a SER quien quiero ser, y actuando de acuerdo con esta imagen. Tal vez, algún día, esas personas “piensen”, recuerden y perciban que NUNCA tuve (tengo o tendré) la intención de “cagar” a nadie.
Algún día la ficha va a caer.
2 comentários:
É a sua especialidade, abandonar e esconder dia outros sua covardia sob um manto de moralidade
É a sua especialidade, abandonar e esconder dia outros sua covardia sob um manto de moralidade
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